November 27, 2007

INFORMAÇÂO 

O Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH) 2007-2008, divulgado nesta terça-feira (27) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), órgão da ONU (Organização das Nações Unidas), revela que os efeitos das alterações climáticas na América Latina e Caribe poderão paralisar ou retroceder o desenvolvimento da região.

Isso se deve às fortes relações existentes entre a luta contra a pobreza e as iniciativas contra o impacto das mudanças climáticas. O relatório do Pnud deste ano leva o título “Combater as alterações climáticas: solidariedade humana num mundo dividido”.

Segundo o relatório, os mais pobres serão os mais afetados e os que terão menos recursos para enfrentar os impactos climáticos previstos. Tal situação torna-se evidente quando se compara a situação dessas famílias com outras de rendimento elevado, que dispõem de mecanismos de proteção, como seguro, poupança e acesso a empréstimos.

O diretor de desenvolvimento humano do Pnud, Kevin Watkins, disse nesta terça, no lançamento do relatório em cerimônia no Palácio do Planalto, que a situação pode estar chegando a um ponto crítico.

“Podemos estar nos aproximando do ponto crítico que pode levar a um retrocesso da humanidade em saúde e educação. Esse seria um péssimo legado a deixar para as futuras gerações”, disse Watkins

O diretor do Pnud sublinhou que são os países pobres os mais prejudicados pela emissão de gás carbônico pelas nações ricas. “Não foram os pobres que criaram a mudança climática, mas são os pobres que estão pagando um preço alto pelas mudanças climáticas”, disse Waktins.

O que fazer? 


November 16, 2007

VÍDEO

Pessoal, venho apresentar para vocês aqui hoje, um vídeo totalmente de produção minha. Edição, filmagens e fotos. Estas imagens, sejam fotos ou filmagens, foram tiradas no Paraná, espero que gostem.

Abraços;


November 15, 2007

NOTÍCIAS AMBIENTAIS

A emissão de dióxido de carbono (gás carbônico) ligada à mudança climática também antecipa e prolonga a vida das folhas das árvores, o que faz os dias de primavera aumentarem, segundo um estudo da Universidade de Southampton (Reino Unido).

A imagem “http://troll-urbano.weblog.com.pt/arquivo/folhas.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

O crescimento dos níveis de dióxido de carbono permite um prolongamento dos processos de fotossínteses das folhas, que utilizam gás carbônico, água e luz do sol para produzirem nutrientes e oxigênio, afirma reportagem na edição de hoje do jornal britânico ”The Independent”. Esse processo faz com que as folhas permaneçam verdes durante um período de tempo mais longo e demorem a cair.Segundo o estudo, o processo de envelhecimento sofreu um atraso de entre 1,2 e 1,8 dia a cada década nos últimos 30 anos, período no qual a concentração de dióxido de carbono teve 13,5% de aumento.

A primavera também começa a ser percebida mais cedo, com a abertura prematura de botões de flor nos carvalhos, por exemplo, que chega a ocorrer até dez dias antes com relação a anos anteriores.


November 12, 2007

O que deve-se fazer para melhorar as condições do planeta ?

A partir de hoje vamos responder esta pergunta que é tema central do nosso site. Vamos debater se possível junto com vocês, leitores idéias e conceitos de o que realmente se deve fazer para que tenhamos um mundo melhor e com condições propicias à vida.

Nesta primeira matéria vamos falar um pouco sobre uma coisa não nos damos conta, mas acaba muito com nosso meio-ambiente. Que é a impressão excessiva de folhas no seu computador. Muitas vezes não nos damos conta, mas cada folha de papel que usamos, seja para trabalho ou para colocar fora logo depois está acabando com as florestas. Não pedimos aqui que parem de imprimir folhas de papel, mas que reduzam um pouco para que nossas floresta vivam mais, ajudando assim na sua respiração e no seu bem-estar.

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Este tipo de atitude não é apenas para salvar as florestas que são seres vivos como nós, mas também para salvar nossa própria vida que depende muito das muitas florestas que ainda figuram no mundo.

É claro que todo tipo de uso excessivo de papel acaba com nossas árvores, como comprar muitos cadernos, utilizar folhas para coisas não necessárias, mas hoje vamos tratar especificamente de um ato da maioria dos leitores do site que é a impressão de folhas de papel.

Sobre a matéria-prima:

Atualmente, a matéria-prima vegetal mais utilizada na fabricação do papel é a madeira, embora outras também possam ser empregadas. Estas matérias-primas são hoje processadas química ou mecanicamente, ou por uma combinação dos dois modos, gerando como produto o que se denomina de pasta celulósica, que pode ainda ser branqueada, caso se deseje uma pasta de cor branca. A pasta celulósica, branqueada ou não, nada mais é do que as fibras celulósicas liberadas, prontas para serem empregadas na fabricação do papel “

Retirado do site reciclagem.net

Pegando como base esta matéria do site reciclagem.net que recomendo à todos temos a seguinte afirmação: de que realmente o papel folha que conhecemos muito bem e que usamos muito hoje em dia é feita a partir do corte de árvores e consequentemente com a destruição das florestas.

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Esta matéria foi apenas um apanhado geral sobre os dados que todos os dias ficam mais concretos de que a impressão de folhas excessivamente está acabando com o nosso planeta e que você pode fazer a sua parte ajudando.

Quando foi imprimir uma folha, divida em duas metades a folha para que possa caber mais frases, diminua a letra do texto, tire frases desnecessárias, use os dois lados na impressão de trabalhos e se possível reaproveite o papel para coisas sem muita importância usando todos os espaços dentro de uma folha para diferentes usos para que possamos viver cada vez melhor cuidando de nosso querido meio ambiente. Faça a sua parte.

Eduardo Almeida


November 11, 2007

NOTÍCIAS AMBIENTAIS

As mortes relacionadas ao cigarro devem dobrar até 2030, chegando a 10 milhões por ano, afirmou nesta sexta-feira (09) a coordenadora do programa de controle de tabaco da Fundação Mundial do Pulmão (WLF), Judith Longstaff Mackay.

De acordo com ela, se nas economias avançadas o mercado para o cigarro está diminuindo, o contrário está acontecendo nos países em desenvolvimento.

“Acho que é importante não ficar comparando, mas há cerca de 3 milhões de mortes por tuberculose ao ano e 5 milhões de mortes anuais pelo cigarro, e elas estão aumentando”, disse ela numa entrevista.

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“Até 2030, esses 5 milhões vão estar mais perto de 10 milhões, vão ter dobrado … e o maior fardo está nos países em desenvolvimento”, afirmou ela, que participa de uma conferência internacional sobre saúde do pulmão.

A fundação trabalha junto com grupos como a Organização Mundial da Saúde (OMS) para promover a saúde pulmonar. Mackay é conselheira da OMS e critica fortemente as indústrias de cigarro.

O fumo é uma importante causa de câncer de pulmão, garganta, bexiga e de outros problemas graves de saúde. Apesar das provas científicas sobre os riscos do fumo à saúde, mais gente está fumando no mundo todo, disse ela. Estima-se que hoje haja 1,3 bilhão de fumantes no mundo, e esse número deve subir para 1,64 bilhão até 2030.

O mercado global de tabaco movimenta bilhões de dólares por ano, e a China e os Estados Unidos são os dois maiores fabricantes de cigarro do mundo, segundo a Sociedade Americana de Câncer. A entidade chama a China de uma “bomba relógio”, com aproximadamente 320 milhões de fumantes.

Segundo o Atlas do Cigarro de 2006, publicado pela sociedade, os quatro países com maior número de fumantes homens — que respondem pela maioria dos fumantes do mundo — são o Iêmen, o Djibuti, o Camboja e a China.

Não fumem. 


November 3, 2007

Informação

A administração municipal da Ilha de Wight, ao sul da Inglaterra, caracterizada pela força dos ventos e das marés, quer transformá-la em totalmente dependente de energias renováveis.
Segundo projeto publicado nesta sexta (2) pelo jornal “The Guardian”, a ilha se propõe a utilizar a energia gerada com os excrementos das 5.500 vacas do rebanho local para mover ônibus. Já a energia produzida pelas marés poderia ser exportada para o resto da Inglaterra.

NASA-Johnson Space Center
Entre outras idéias estudadas, de acordo com o jornal, está a de oferecer energia de graça a todos os veículos motorizados e estimular o uso de bicicleta e charretes. Existem planos para encorajar os turistas a deixar o carro em casa e utilizar os transportes públicos da ilha.
O Prefeitura de Wight entrou em contato com o arquiteto Terry Farrell (que está ajudando a construir na China a maior cidade ecológica do mundo) e com a Universidade de Southampton, que pesquisa o potencial energético da ilha.
Segundo as autoridades locais, a conversão ecológica da ilha é a melhor maneira de estimular uma economia como a de Wight, dominada pelo turismo e pelo esporte de vela.

Legal! O que vocês acham?