Galera, mudamos de endereço.
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Deixamos aqui em nosso blog o manifesto de não concordância com alguns projetos que se dizem “ambientalistas” que pautaram as eleições no primeiro turno.
Não apoiamos nenhum candidato, até por respeito ao livre pensamento dos leitores. Só que, ao identificar a neutralidade da candidata Marina Silva na disputado do Segundo Turno, na qual ela não faz parte, logo repudiamos tal atitude por, além de não engrandeçer a disputa presidencial, a coloca em estado inferior ao que realmente é de seu lugar.
Ao ver a candidata do PV representar nosso ideário de luta ambiental nos vemos em uma enrascada sem tamanho, pois pior representante não teríamos.
Ao fazer a leitura crítica da situação política do país, vemos que a ex-candidata só saiu do Partido dos Trabalhadores pois ficou de “birra” com a sua não escolha para ser a candidata do projeto de esquerda, que hoje é representado por Dilma, e de uma hora pra outra resolveu atacar o projeto ambientalista da situação sendo que ela mesma que o construiu.
Espero que, a política não seja denovo confundida com o ambientalismo. É claro que devemos ter na pauta de nossos presidenciáveis propostas para o meio-ambiente, assim como há propostas para educação, segurança, etc.
Porém, o ambientalismo, assim como a educaçao, em 2006 representada pelo candidato Cristovam Buarque do PDT, não pode pautar técnicamente e exclusivamente um projeto para o país, pois com ambientalismo somente, um país não vai para a frente, mesmo que hoje, é pauta necessária para qualquer projeto decente.
Fica aqui nossa indignação com a candidatura do PV, partido que não representa nosso projeto e nossos pensamentos, no entando indigno de seu “verde” no nome.
Mas e agora, pro segunto turno, o que os nossos leitores decidiram sobre as candidaturas de Dilma Roussefe José Serra? Quem devemos apoiar?
Ambientalistas fazem protesto em telhado do Parlamento britânico.
Cerca de 20 manifestantes subiram no Palácio Westminster, em Londres.
Eles agitaram bandeiras pedindo mudança política em defesa do ambiente.
Da Reuters

Manifestante balança bandeira em defesa do ambiente sobre o telhado do palácio Westminster, em Londres (Foto: Reuters)
Manifesto contra aquecimento global, derrete homens de gelo
Cerca de mil esculturas foram feitas por artista brasileira em Berlim.
Expostas sob o sol, elas derreteram em meia hora.


São de pequenos gestos que o mundo mudará. Reflita. Pensas assim?
Informação
Anos de espera, para nada. Após um lançamento que parecia normal, às 6h55 (horário de Brasília), da Base Vanderberg da Força Aérea dos EUA, na Califórnia, ficou constatado que um satélite destinado a medir a presença de carbono na atmosfera terrestre — projeto essencial para seguir investigando os perigos do aquecimento global — não atingiu a órbita.
Indicações preliminares dão conta de que houve falha no lançador, o

Lançamento do Orbiting Carbon Observatory By NASA
foguete Taurus XL. Aparentemente, um defeito de separação do foguete impediu a chegada do Orbiting Carbon Observatory ao espaço. A espaçonave provavelmente voltou à Terra e caiu no Oceano Pacífico, próximo à Antártida, segundo John Brunschwyler, gerente de programa para o Taurus XL. Um painel de investigação foi criado pela Nasa para determinar a causa da falha no lançamento. Ainda não há previsão de quando — e se — uma réplica da missão voltará a voar. O projeto original custou cerca de US$ 400 milhões.
Tal investimento é tão necessário?
Notícias Ambientais
Uma pesquisa feita na Austrália diz que o aumento na temperatura média em apenas 2 graus Celsius poderá ter um efeito devastador para a população de cangurus, ícones da fauna do país.
Os pesquisadores da James Cook University se debruçaram por três anos em observações de campo e usaram modelos de computador, considerando as alterações de temperatura prováveis neste século, para prever o que acontecerá com quatro espécies de cangurus.
“Nosso estudo oferece evidências de que as alterações climáticas têm a capacidade de causar impactos de grande escala, bem como a possível extinção de uma espécie da família dos macropodídeos [marsupiais que incluem cangurus, wallabies e wallaroos] no norte da Austrália”, afirmam os autores do estudo, Euan G. Ritchie e Elizabeth E. Bolitho.
Os maiores impactos do aquecimento global não atingirão os cangurus propriamente, mas seus habitats, colocando em risco a disponibilidade de água.
Habitat
De acordo com o estudo, um aumento de apenas 0,5 grau Celsius já será suficiente para diminuir a área onde vivem os cangurus. Se a temperatura média subir 2 graus Celsius, poderá reduzir os campos em quase pela metade, 48%.
Em uma situação ainda mais dramática, um aumento de 6 graus Celsius será capaz de encolher as áreas em 96%. “Isso poderá resultar na fome e inibir a reprodução do animal, além de provocar a morte devido à desidratação das espécies que se movimentam menos entre os habitats”, diz Ritchie.
Será este o futuro de todas as espécies?
E lembrando pessoal. Estamos perto das 10 mil visitas ao site. Na próxima semana já devemos chegar a este número.
Notícias Ambientais
O aquecimento global fez o Ártico atingir em 2008 sua segunda menor extensão de gelo marinho já registrada, segundo o Centro Nacional de Dados de Gelo e Neve dos Estados Unidos, e colocou o urso polar na lista de espécies ameaçadas de extinção. Caso nada seja feito para reduzir as emissões de gases do efeito estufa, conforme inclusive exigiu a Suprema Corte americana em 2007, as gerações futuras conhecerão o urso polar apenas por imagens e filmes.
Cansado de esperar por ações do governo Bush, o urso resolveu ir à luta. Desfilou na semana passada em Washington D.C., capital americana, como um autêntico ‘sem-teto’, mostrando às pessoas seu desespero. Nos cartazes, pedido de ajuda: “Preciso de mais gelo, não de mais petróleo”. A performance-protesto foi uma parceria do Greenpeace Estados Unidos com o artista plástico Mark Jenkins para destacar a ameaça que o aquecimento global representa para o planeta.
Jenkins é um artista de Washington D.C. que cria esculturas com fitas adesivas e as instala na rua. São figuras humanas que surpreendem pelo realismo. Para este protesto, Jenkins acrescentou uma cabeça de urso e roupas maltrapilhas às esculturas. Quatro delas foram instaladas na cidade.
“Minha intenção com esse projeto é usar minhas instalações de rua para promover o conhecimento sobre a questão do aquecimento global e a luta do urso polar pela sobrevivência”, afirma Jenkins. “Foi nosso objetivo comum fazer com que o público desenvolvesse empatia com o urso polar da mesma forma com que desenvolve com pessoas ‘sem-teto’, que nós vemos como dois assuntos conectados.”
Será este o caminho? O único meio de nos conscientizarmos do planeta através de protestos?
A lei que restringe o uso científico de animais vertebrados, como ratos e camundongos, foi publicada na edição desta quinta-feira (9) do Diário Oficial da União. De acordo com a Lei n.º 11.794, apenas instituições de ensino superior e estabelecimentos de educação profissional técnica de nível médio da área biomédica poderão usar animais em experiências científicas.
São consideradas atividades de pesquisa científica, segundo a norma, as relacionadas com ciência básica, ciência aplicada, desenvolvimento tecnológico, produção e controle da qualidade de drogas, medicamentos, alimentos e outros testados em animais. Não são atividades de pesquisa as práticas zootécnicas relacionadas à agropecuária.
A lei também cria o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), que tem como finalidade fiscalizar o cumprimento das regras, credenciar instituições para criação ou utilização de animais em ensino e pesquisa científica e monitorar e avaliar a introdução de técnicas alternativas que substituam a utilização de animais em ensino e pesquisa, entre outros. Somente as instituições credenciadas no Concea poderão utilizar animais como cobaia.
As instituições que desrespeitarem a lei estão sujeitas a multa entre R$ 5 mil e R$ 20 mil, além da interdição temporária e até definitiva. Apesar de a lei ter sido publicada hoje, foi dado o prazo de 180 dias para que todas as mudanças sejam realizadas.
